domingo, 1 de novembro de 2009

A cor da morte

Coimbra: Ruínas de Conimbriga
“A morte docemente azulada como o não-ser. Porque o não-ser é um vazio infinito e porque o espaço vazio é azul, e não há nada de mais belo e apaziguador do que o azul. Não é de forma alguma por acaso que Novalis, poeta da morte, amava o azul e só o azul buscou nas suas viagens. A doçura da morte tem uma cor azul.”
«Os Anjos», in O livro do riso e do esquecimento, de Milan Kundera

3 comentários:

continuando assim... disse...

e o turquesa ..que sempre nos fica tão bem... :)

Oautor disse...

Se a morte é assim azul...então é bonita!!! :)

Teté disse...

Acho que vou mudar a minha cor preferida para vermelho... :)

Beijinhos!

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