Terminei "O Infinito Num Junco" de Irene Vallejo. Levei de janeiro a dezembro a lê-lo. Quererá isto dizer que foi um mau livro? Não, de maneira alguma.
Desde que iniciei esta leitura que apercebi-me que iria ser assim, pois o livro impôs o seu ritmo e eu deixei fluir. Fui intercalando outros livros e sempre que "O Infinito Num Junco" chamava por mim eu regressava a ele.
Foi uma leitura bastante enriquecedora e fascinante. Nunca tinha lido nada da autora e gostei bastante desta descoberta. Ler Irene Vallejo foi encontrar imposição de ritmo de leitura, envolvência, sensibilidade, criatividade, paixão aos livros e até um toque de genialidade.
Na verdade este livro, que fala do objeto Livro, de livros e da sede de leitura, foi pura deleitação!
Penso que a leitura também teve outro prazer, porque a maioria dos livros que a autora refere já os tinha lido e daí houve uma outra identificação. Contudo, também fala de alguns que eu não conhecia e claro que fiquei curiosa por lê-los.
"A paixão do colecionador de livros é parecida com a do viajante. Toda a biblioteca é uma viagem; todo o livro é um passaporte sem data de caducidade."
Esta citação não podia ser mais perfeita.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2022
ritmo de leitura
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2 comentários:
Tenho-o num dos montes...
Quando me reformar, logo leio...
Boa semana:))
Ehehe vale a pena, Isabel. É um livro muito delicado e reflete bem o amor da autora aos livros. :)
Beijo
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