terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Dias de chocololate

Chocolate
Ora aqui está uma informação útil, que encontrei no blogue atuleirus, e digo-vos que acredito totalmente na sua veracidade! :) Ou não fosse eu uma autêntica chocólatra!!

"Coma uma tablete de chocolate antes de cada refeição.
Isso reduzirá o seu apetite ao mínimo e você comerá menos.
O chocolate é um VEGETAL.
O chocolate é feito de cacau (cacau = vegetal) e de açúcar.
O açúcar é feito de cana, ou de beterraba.
Ambas são plantas, ou seja, vegetais.
Logo, o chocolate é, integralmente, um vegetal.
Praticamente uma SALADA.

O chocolate também leva leite.
Portanto, o chocolate é um alimento muito saudável.
O chocolate pode ser recheado com passas, morangos, laranja, cerejas, etc. Tudo isto são frutas, e as frutas são saudáveis, portanto, coma à vontade, as tabletes que desejar.
Equilíbrio: se você comer porções iguais de chocolate branco e chocolate preto... Isto, é uma dieta equilibrada. Portanto, saudável.
Os chocolates têm muitos conservantes, logo... conservam quem os come. Os conservantes fazem com que você pareça mais jovem.

Escreva "Comer chocolate" no início de sua lista de coisas a fazer hoje. Assim, você vai conseguir cumprir, pelo menos, UM item de sua agenda.
Uma boa caixa de chocolates pode fornecer toda a sua necessidade diária de calorias. Não é prático, isso?
Lembre-se: STRESSED (stressado) soletrado de trás pra frente é DESSERTS (sobremesas).
Portanto, sobremesa (de preferência de chocolate) é o antídoto do stress."


E para terminar aproveito para dizer que está mesmo aí à porta o Festival Internacional de Chocolate, por isso há que aproveitar e dar uma saltada até à vila de Óbidos, que por estes dias fica ainda mais bonita! Assim, de 14 a 24 de Fevereiro é arregalar os olhos e encher a barriguinha de todos os sabores!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A poesia do olhar

Estamos em Fevereiro. Um mês onde já referi aqui que não gosto. Não gosto mesmo, mesmo! E até podia escrever muitas e muitas outras razões, mas não o farei. O motivo que me faz escrever hoje não é esse.
Como não gosto de ti, Fevereiro, vou dedicar-te à poesia. Quem sabe se não ficarás aos meus olhos um tanto mais bonito. E como na anterior publicação escrevi sobre a 2ª edição do prémio José Luís Peixoto, (dedicado, este ano, também à poesia) desafio-vos a participar em uns escritos poéticos.
Bem sei que estão cheios de vontade de colocar esses dedinhos a trabalhar para mim, por isso não se deixem atrasar. Até dia 17 de Fevereiro podem enviar para a minha caixa de correio electrónico um poema original, cujo o tema seja o Olhar. O poema deve ter um título e devem mencionar o nome e o blogue (caso o tenham) para ser referido após a votação. Desta vez não colocarei limite de palavras, pois não quero de modo algum cortar a vossa veia poética!
Não se esqueçam que a vossa participação será publicada por ordem de chegada e até ao final da votação terão de permanecer anónimos. Nada de divulgar os vossos poemas a concurso noutros lugares, sob pena de serem excluídos.
Já estou ansiosa para entregar o prémio ao vencedor, por isso até já! Beijos e abraços.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

«Dose da fatia de um doce»…

«Dose da fatia de um doce»
… é um dos muitos poemas que pode ser encontrado em O cheiro da sombra das flores, de João Negreiros. O cheiro da sombra das flores
Um “amigo virtual” deu-me a conhecer este autor (numa das pinceladas que por aqui deixou) e fiquei deliciada com a sua escrita… diferente. Tão trágica e dorida, mas ao mesmo tempo tão solta e livre.
Joaquim Pessoa refere no prefácio, que “Negreiros rasga, fere, incomoda, impacienta. O seu discurso não é doce, o seu lirismo está frequentemente carregado de angústia, de ansiedade, de premência…”, mas eu não me senti rasgada, nem ferida. Incomodada sim, porque deixou os meus pensamentos perdidos em tantas e tantas imagens fugazes. Impaciente sim, porque em cada poema lido crescia em mim uma vontade de me saciar com mais e mais um. E encontrei doçura, mesmo nas palavras mais angustiadas e mais ansiosas!
Sim parei, mas parei apenas no fim. Neste poema «A única verdade absoluta»: “As pessoas quando sentem/fazem-no com o coração/é no trajecto p’ra cabeça/que se perde a informação”. Foi aqui que parei. Nestas palavras onde agora deixo o meu silêncio...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

CLXXXIII

sorrirpara Ti.

sim hoje é quin-ta, quin-ta!
sim faz todo o sentido.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Évora Monte que te deixas ver

Os caminhos são incertos, mas os pés mesmo doridos não querem parar. Um pé, chão... Outro pé, chão... Não querem parar. Um pé, chão... Outro pé, chão... Continuam a pisar o chão que os conduz até ao infindável cimo do monte. Até ao cimo do monte não vão parar.

Évora Monte

No cimo do escarpado monte vigia o Dominador de largos horizontes. Vigia aquele que, a grandes distâncias, se deixa ver e tudo vê. Deixa-se ver para desafiar o ofegante cansaço a subir até ao cimo do monte. Um pé, chão... Outro pé, chão... Não querem parar. Até ao cimo do monte não vão parar.
O barulho dos passos deixa-se de ouvir. A respiração acelerada quase já não se ouve. O silêncio, por fim... Chega.

Évora Monte

Ali está ele, o Imponente! Separado das suas muralhas. Isolado. A abertura da muralha aproxima-o do intimidado olhar que o espreita. A tranquila vila continua a deixar-se abraçar pela envelhecida muralha. Ele, o Majestoso, sabe que, de qualquer ponto do seu cume, assombra o alcance do olhar, de beleza e grandeza!

domingo, 13 de janeiro de 2008

"Caniches - a outra carne branca"

A Lagoa do Sherman - volume 2

A Lagoa do Sherman (volume II), de Jim Toomey foi um dos livros que recebi no Natal e como já faz algum tempo que não escrevo sobre livros de banda desenhada (e como tenho o mar a dois passos de casa), aproveito para dar a conhecer o Sherman e os seus amigos.

Sherman é um tubarão, que está sempre com fome e anda constantemente a inventar formas de petiscar "macacos-de-praia-sem-pêlo". Ou seja humanos! Tal como os outros personagens, vive numa lagoa situada no Pacífico Sul e é casado com a excêntrica e controladora Megan.
Um dos seus amigos é Fillmore, a tartaruga pensadora. Para além de ter adoptado uma tartaruga bebé, lê e escreve poesia. Fillmore tem, sem dúvida, uma personalidade muito especial.
Depois temos o caranguejo mau feitio, que se chama Pinças. Para além das suas ideias malucas, tem um fetiche por dedos dos pés (humanos). Numa das tiras começa uma terapia de como “deixar de beliscar dedões dos pés em 30 dias através da hipnose”. Posso confirmar que não resultou. Este caranguejo apatetado é um querido! Não sei se é pelo seu mau feitio, ou se é pela sua carapaça! Mas sei que tem imensa piada!
Para além deles ainda aparecem outros personagens, como Thornton, o urso polar que se perde e decide passar umas férias na lagoa. O Pinças não perde uma oportunidade para se meter com ele!

A Lagoa do Sherman (clica na imagem para aumentar)

Este segundo volume de tiras revela um sentido crítico do nosso inquietante quotidiano, sem lhe tirar o essencial: o humor. Com ele, o autor espera “conseguir inspirar leitores a olhar para uma solha e ver, não um peixe chato (literalmente) e feio, mas uma coisa viva (…) com interesses, problemas de relacionamento, e possivelmente uma dívida crónica no cartão de crédito”. Bons mergulhos!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Conchas

conchas da praia conchas da praia

«No mar existem muitas conchas. Umas bonitas e boas, e outras más e feias. Procurei as conchas boas, mas não as encontrei. Estavam partidas ou riscadas. Cortavam.
Até que, um dia, a maré trouxe até mim uma concha. Colorida e transparente. Essa concha abriu-se e eu sentei-me lá dentro. Para sempre.»

O Guarda da Praia, de Maria Teresa Maia Gonzalez

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