terça-feira, 17 de outubro de 2006

World Press Photo 2006

Universalmente reconhecida como a melhor e mais exigente competição de reportagem fotográfica do mundo, este é o livro que recomendo para o mês de Outubro. Nele estão contidos os trabalhos galardoados em 2005 nas diversas categorias. São 180 imagens seleccionadas a partir de mais de 83.000 fotografias tiradas por mais de 4.500 fotógrafos que representam 122 países. Poderosas e belas "obrigam-nos a olhar de frente o mundo em que vivemos".

__________________________
Nota: O júri internacional do 49.º concurso anual da World Press Photo elegeu a fotografia (da capa) a cores do fotógrafo canadiano Finbarr O Reilly, da Agência Reuters, como a imagem World Press Photo do ano 2005.
O presidente do júri, James Colton, descreve assim a imagem vencedora: "Esta fotografia persegue-me desde que a vi pela primeira vez. Permaneceu na minha cabeça, constante, mesmo após ter visto os milhares de outras fotografias a concurso. Esta imagem tem tudo – beleza, horror e desespero. É simples, elegante e comovente."

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

domingo, 1 de outubro de 2006

Cores de uma estória

Todas as estórias que já li tiveram um fim.
O fim é apenas o início de uma nova estória.

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Regresso às aulas

O novo ano lectivo 2006-2007 começa hoje oficialmente e daí eu trouxe-vos um teste surpresa! Quem é miga, quem é?? Ehehe Boa sorte!

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

O regresso às pinceladas na escrita

Já faz algum tempo que não vos falo das minhas pinceladas na escrita. Certo? Neste mês de Setembro opto por vos falar de Segredos Imorais de Brian Freeman. É um género que ainda não tinha seleccionado para as pinceladas e daí pensei do que nada melhor do que um thriller policial, para as noites que já começam a ser pequenas!
A história começa com a morte de uma jovem, Rachel Deese. E ao longo dos capítulos, Freeman leva o leitor a tentar desvendar o mistério através dos olhos do detective Jonathan Stride, que ainda vive sob o peso do caso de uma outra jovem desaparecida que nunca conseguiu resolver. O fim confesso-vos que é surpreendente!
Um livro em que "vingança e obsessão constituem os ingredientes de um jogo psicológico" que Freeman construíu e que "o leitor amante do género" não deve perder.

domingo, 3 de setembro de 2006

Águas que correm


Águas claras que acordam com a madrugada.
Que correm olhando o ainda escuro céu,
E encontram um luar frio e ausente.

Águas solitárias que em silêncio correm.
Que correm pesadamente e sem controlo,
Por tristemente não quererem parar!

Águas profundas que não secaram.
Que correm no agreste e frio chão,
Onde se perdem e se deixam confortar.

Águas perdidas e turvas que ainda correm.
Que correm sem já o saber,
Por o tempo, no vazio não as fazer secar!

Pinturas populares (últimos 30 dias)